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terça-feira, 22 de março de 2011

A SANTIDADE EXIGE MUDANÇA RADICAL (II Parte)


A SANTIDADE EXIGE MUDANÇA RADICAL (II Parte)

 “[...] e sim o pecado que habita em mim. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim” (Romanos 7:1-25 leia todo o texto).

            Seguindo a tônica das mensagens anteriores, mais uma vez encontramos o apóstolo Paulo admoestando e exortando os crentes quanto à vida de santidade, pessoal e prática. Vimos anteriormente que todo aquele que viveu (e vive) depois de Adão, exceto Jesus, nasceu escravo no reino do pecado e de satanás. Contudo, por meio da nossa união com Cristo na Sua Morte, fomos libertos do reino de satanás e do domínio do pecado e, colocados no Reino de justiça para a santidade.
            Entretanto, não podemos ignorar a verdade de que o pecado ainda habita em nós e procura dominar-nos, como Paulo tão vividamente descreveu: Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim”. No entanto, por outro lado, abençoadamente, embora os crentes ainda tenham esta propensão íntima para pecar, o Espírito Santo (“a divina semente”) está dentro de nós para fortalecer-nos no caminho da santidade pessoal e prática: “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus” (1ªJoão 3:9).
            Sabemos pelo estudo da Palavra de Deus e pela experiência pessoal que quanto mais descobrirmos sobre a força do pecado em nós, teremos mais condições para combatê-lo.
            Embora tenha sido destronado, derrotado e enfraquecido, o pecado ainda permanece em nós e a sua natureza não mudou. O pecado continua sendo pecado e permanece hostil a Deus e insubmisso à Sua vontade: “Por isso, o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar” (Romanos 8:7).
            Assim sendo, temos em nosso coração um implacável inimigo da justiça e da santidade, em constante oposição ao nosso esforço pela causa do bem. Por isso, se quisermos ganhar a guerra contra esse inimigo interno, torna-se condição indispensável o conhecimento da sua natureza e estratégias. Senão vejamos:
            1. O pecado habita em nossos corações (Leia Marcos 7: 21-23 e, Gênesis 6:5 e Lucas 6:45). Na Bíblia, coração pode ter vários sentidos. Pode significar nossa razão ou compreensão, nossos afetos, emoções ou vontade. Em geral, indica a alma como um todo, englobando todas as suas faculdades. “A mente, quando raciocina, discerne e julga; as emoções, quando gostam ou desgostam; a consciência, quando determina e avisa; e a vontade, quando escolhe ou recusa, a tudo isso, chamamos de coração”. A Bíblia diz que o coração é ENGANOSO e INSONDÁVEL (para qualquer pessoa, menos para Deus: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações”. (Jeremias 17:9-10 e 1ª Coríntios 4:5). Ninguém pode (exceto Deus) discernir, na essência, os motivos ocultos do coração.
            Pelo fato do coração ser enganoso, ele sempre usará as armas da desculpa e da racionalização para atenuar a realidade, os perigos e consequências do pecado. Sempre procurará cauterizar-nos em relação ao pecado. Sempre procuraremos contemporizá-lo em nossa prática. Todo cuidado é pouco! É exatamente neste coração enganoso e insondável que habita a lei do pecado. 
            2. O pecado se revela, em grande parte, por meio dos desejos e, quase sempre, se estabelece sorrateiramente. Desde o Éden, o homem tem dado mais ouvido aos seus desejos do que à sua razão.  Em nosso interior, diuturnamente, acontece uma verdadeira batalha entre os desejos e a razão, para influenciar a vontade. Quando cedemos à tentação (e pecamos), é porque o desejo venceu a razão na luta para influenciar a vontade. É claro que nem todos os desejos são maus. Paulo fala de desejos bons (Filipenses 3:10; Romanos 10:1 e Gálatas 4:19). Tiago deixa claro que quando somos vencidos pelos desejos da carne, pecamos e, o pecado por sua vez, gera a morte (Tiago 1:13-14).
            Por outro lado, a Bíblia deixa claro que o engano da mente é conseguido pouco a pouco.
            Sutilmente (quase sempre), somos afetados na seguinte ordem: no ânimo (uma das principais armas do inimigo é plantar o desânimo em nós. Ele sabe que se conseguir desanimar ou desencorajar o crente, a sua vitória é questão de tempo); na vigilância (por uma série de motivos o crente deixa de vigiar e, quando isso acontece, a derrota será iminente - “Estrangeiros lhe comem a força, e ele não o sabe; também as cãs já se espalham sobre ele, e ele não o sabe” – Oséias 7:9); na obediência (desanimado e displicente, a desobediência passa ser natural na vida do crente).
            Finalmente, a despeito de tudo, devemos lutar. A nossa luta contra o pecado ainda não chegou ao fim! Contudo, mesmo sendo o coração enganoso e insondável, mesmo sendo os nossos desejos (em sua maioria) contra nós, mesmo a nossa razão correndo o risco de ser enganada, DEVEMOS LUTAR (Mateus 26:41; Provérbios 4:23 e Marcos 7:21). Não tenha dúvidas, A SANTIDADE EXIGE MUDANÇA RADICAL. Que venha o verdadeiro avivamento!
Pr. Marcos Serjo
Pastor Sênior da IPB Central de Cuiabá-MT

A SANTIDADE EXIGE MUDANÇA RADICAL





 “[...] 12 Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; 13 nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniqüidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça. 14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça [...] 20 Porque, quando éreis escravos do pecado, estáveis isentos em relação à justiça. 21 Naquele tempo, que resultados colhestes? Somente as coisas de que, agora, vos envergonhais; porque o fim delas é morte. 22 Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; 23 porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:1-23 leia todo o texto).

            Com o objetivo de animar e instrumentalizar os crentes (“eleitos”), “forasteiros da dispersão”, para que permanecessem firmes em meio às aflições e perseguições e, mantivessem uma conduta pura, digna daqueles que professam a fé em Jesus Cristo, o apóstolo Pedro exorta-os à santidade nos seguintes termos: “Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo. Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1ª Pedro 1:13-16).
            Tal posição fundamenta ainda mais a nossa certeza de que a Igreja não conseguirá cumprir a sua missão eficazmente, se cada crente não buscar a santidade pessoal e prática.
            Da mesma forma o apóstolo Paulo, em todas as suas epístolas, consigna com clareza essa mesma verdade, ou seja, nunca experimentaremos o verdadeiro avivamento, se não pagarmos o preço da santidade pessoal.
            No texto áureo desta pastoral, mais uma vez, Paulo aparece admoestando e exortando os crentes quanto à vida de santidade, uma vez livres do pecado pela graça, é mister que cresçamos em santidade.
            A admoestação áurea é: em Cristo estamos mortos para o pecado e prontos para a ressurreição para a vida eterna. Logo, por estarmos mortos para o pecado, por meio da nossa união com Cristo, não podemos deixar que o pecado reine em nosso corpo mortal. Quando Paulo diz: “Mortos para o pecado”, ele quer dizer que “nós morremos para o domínio do pecado”. Antes de nossa união com Cristo, estávamos no reino de satanás e do pecado (Ef 2:2); estávamos sob o poder de satanás (At 26:18); do domínio das trevas (Cl.1:13); escravos do pecado (Rm 6:17, 20). Todo aquele que viveu (e vive) depois de Adão, exceto Jesus, nasceu escravo no reino do pecado e de satanás. Mas, por meio da nossa união com Cristo na Sua morte, fomos libertos do reino do pecado e transportados para o reino de justiça. Em outras palavras (literalmente): o crente, em Cristo, morreu para o reino do pecado e ressuscitou para o reino de justiça.
            Tudo isso, até agora, Deus em Cristo fez por nós, contudo, ainda estamos em nosso corpo mortal, a ressurreição do corpo para a vida eterna ainda não aconteceu, por isso, precisamos entender que a experiência de santidade não é um dom que recebemos, mas algo que somos claramente exortados a buscar com esforço.  “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal”, fica claro que esta é a nossa responsabilidade. É nosso compromisso!
            Em Cristo, fomos libertos do reino do pecado, portanto, o pecado não pode reinar em nós. Se o deixarmos reinar em nosso corpo mortal, ele transformará os instintos naturais do corpo em sensualidade, os apetites naturais em indulgências, as necessidades naturais de roupas e agasalhos em materialismo, os desejos naturais em imoralidades. Parafraseando o sábio Agur, filho de Jaque, escritor do capítulo 30 de provérbios, o pecado nunca se farta, nunca diz: basta!
            As forças espirituais funcionam mais ou menos como uma guerra entre duas facções naturais do mesmo território, lutando pelo controle do país. A facção vencedora assume o controle, a derrotada instaura uma guerrilha, não para de lutar, nunca se dar por vencida e, insistentemente tenta voltar ao poder. Assim acontece com o cristão, satanás foi vencido e o seu reino de pecado derrubado, mas, em nosso corpo mortal, instaurou uma guerrilha. Por isso, desde a conversão, o crente está em constante guerra contra o pecado.
          É fato que o pecado ainda habita em nós e, infelizmente, ainda pecamos (1ª João 1:8, 10), contudo, como diz o apóstolo João: Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado(1ª João 1:8, 10).
            Cristo já nos libertou do reino do pecado, agora, a responsabilidade de resistir o pecado em nosso corpo mortal é nossa. DEUS NÃO VAI FAZER ISSO POR NÓS. Ele já nos deu as ferramentas e o Seu Espírito habita em nós e nos fortalece com a força do Seu poder. Portanto, a busca pela santidade pessoal e prática é nossa responsabilidade. “[...] tendes o vosso fruto para a santificação”. Não tenha dúvidas, A SANTIDADE EXIGE MUDANÇA RADICAL. Que venha o verdadeiro avivamento!
Pr. Marcos Serjo
Pastor Sênior da IPB Central de Cuiabá-MT

A SANTIDADE É PARA MIM!


19 Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, 20 pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, 21 e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, 22 aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura. 23 Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. 24 Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. 25 Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima (Hebreus 10:19-25)

            Vimos na última pastoral que a santidade pessoal e prática é o grande prazer de Deus na vida do crente. A vontade de Deus é que sejamos santos como Ele é santo. Deus espera que cada cristão viva uma vida santa.
            Ser santo significa ser moralmente irrepreensível; significa ser separado do pecado e, portanto, consagrado a Deus. No contexto bíblico, o termo significa literalmente “SEPARAÇÃO PARA DEUS”. PORTANTO, SER CRISTÃO (CRENTE) SIGNIFICA OPTAR POR UMA VIDA DE SANTIDADE (Leia Filipenses 3:7-11).
            O desejo pela santidade precisa ser o oxigênio do crente, a grande razão para a sua existência terrena, bem como, o seu passaporte para a vida eterna. C. H. Spurgeon (1834-1892 - Pregador Batista Reformado, pastor do Tabernáculo Metropolitano, Londres, na Inglaterra), o “príncipe dos pregadores” dizia: “A graça de Deus não viola a vontade humana, mas triunfa docemente sobre ela. Ninguém, jamais, irá para o céu arrastado pelas orelhas. Nós iremos para lá de coração e porque desejamos”.
            Falando da circuncisão Paulo disse que ninguém era obrigado a circuncidar-se, contudo, “todo homem que se deixa circuncidar está obrigado a guardar toda a lei” (Gálatas 5:3).
            Da mesma forma, ninguém se torna crente na marra (pelo menos não deveria ser assim), contudo, todo aquele que faz o voto (a declaração) de fé (profissão de fé) e a sela com o simbolismo do batismo, ESTÁ OBRIGADO (ou se obrigou) A VIVER DE MANEIRA DIGNA DA FÉ EVANGÉLICA (Leia os textos: Eclesiastes 5:4; Lucas 9:62 e 2ª Pedro 2:22).
            Dentre os muitos compromissos, ser crente significa estar disposto a:
1). CHAMAR O PECADO DE PECADO – Já sabemos que a Bíblia não nos autoriza a contemporanizar. Pecado é pecado em qualquer lugar, circunstância ou dimensão. Pecado ofende a Deus e faz separação entre Ele e o homem. Pecado é uma barreira (redoma) que asfixia o pecador e consequentemente o conduz à morte (1ª Tessalonicenses 4:3-8 e 1ª Pedro 1:14-16);
2). OBEDECER A DEUS INCONDICIONALMENTE - Deus é e sempre será Deus. Soberano, Poderoso, Absoluto, Criador e Proprietário de tudo (Salmo 24:1), portanto, exige obediência incondicional e irrestrita, em todas as áreas da vida (Jeremias 42:6);
3). TESTEMUNHAR COM A VIDA – (Leia Filipenses 1:27 e Atos 1:8 8).
            SANTIDADE PESSOAL é questão de se estar disposto a chamar o pecado de pecado, não importando as circunstâncias ou motivações, é questão de se decidir obedecer a Deus em todas as áreas da vida, por mais insignificante que possa parecer (“importa obedecer a Deus” - Atos 4:19-20 e 5:29). Santidade pessoal significa assumir responsabilidade pelo pecado pessoal, reconhecendo que “viver pela fé” é se esforçar para mortificar o velho homem a cada dia e, concomitantemente, revestir-se do novo. Que venha o verdadeiro avivamento!
Pr. Marcos Serjo
Pastor Sênior da IPB Central de Cuiabá-MT

A SANTIDADE É PARA NÓS!


“Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça” (Leia Romanos 6:1-14)

            Definir o que é avivamento espiritual, indiscutivelmente, é tarefa árdua e extremamente difícil. Contudo, não tenho dúvidas de que é exatamente isso que os crentes comprometidos mais querem. De fato, todos os crentes gostariam de ver e fazer parte de uma Igreja viva, comprometida, rica em “consolação de amor”, “comunhão do Espírito” e “entranhados afetos e misericórdias”.
            Em outras palavras, todos nós queremos uma Igreja avivada. Entretanto, somente a teremos quando cada um, individualmente, e todos, coletivamente, decidirem pagar o preço da santidade pessoal e prática.
            Nas últimas pastorais estudamos sobre o pecado e já sabemos que se trata de algo muito sério, com o qual não podemos brincar, nem tampouco, baixar a guarda. A luta contra o pecado é diuturna e o segredo para a vitória é a busca pela santidade.
            O conceito de santidade pode parecer um tanto arcaico para o nosso tempo. Para muitos, inclusive na Igreja, o termo evoca imagem de cabelos enrodilhados de trás da cabeça, semblante sisudo e compenetrado, saias compridas e meias pretas (vestuários ou aparências), ou aparece associado a determinados estereótipos e a chavões. Em alguns círculos, a santidade é identificada com uma série de proibições (não isso, não aquilo, etc...), em outros, com determinadas atividades (vigílias, jejuns, correntes de orações), que mesmo tendo significado e valor, não constituem a essência da santidade, da espiritualidade integral (veja Isaías 58).
            O termo “SANTO” aparece, em diversas formas, mais de 600 vezes na Bíblia. Ser santo é ser moralmente irrepreensível. É ser separado do pecado e, portanto, consagrado a Deus. O termo significa “SEPARAÇÃO PARA DEUS”. A Bíblia está cheia de orientações sobre a conduta apropriada aos que são separados (Fp 1:27). Contudo, para acatar estas orientações, é mister entender o conceito bíblico de santidade. E, a melhor maneira de fazer isso é notar como os escritores no NT usaram a palavra, senão vejamos:
            O apóstolo Paulo usou a palavra santidade em contraste com uma vida de imoralidades e impurezas (Leia 1ªTs 4:1-8 – Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais [...] porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação.).
            O apóstolo Pedro a usou em contraste com uma vida voltada para os desejos ímpios (Leia 1ªPe 1:14-16 – “[...] segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento”);
            Ao usar a palavra santidade, o apóstolo João a usou em contraste com os que fazem o mal e são perversos (Leia Ap 22:11-12 – “continue o injusto [...] e o santo continue a santificar-se”).
            “VIVER UMA VIDA SANTA É, POIS, VIVER UMA VIDA EM CONFORMIDADE COM OS PRECEITOS MORAIS DA BÍBLIA E EM OPOSIÇÃO AOS CAMINHOS PECAMINOSOS DO MUNDO”. É um despir-se e um revestir-se ininterrupto (Ef 4:22-24 e Tt 2: 11-14).
            Contudo a questão é: se a santidade é tão básica para a vida cristã, por que muitos a negligenciam? Por que tantos cristãos se sentem derrotados em sua luta diária contra o pecado? Por que muitas Igrejas parecem mais conformadas com o mundo do que com Deus?
            Mesmo correndo o risco de simplificar demasiadamente, sugiro três motivos (problemas) básicos em resposta às perguntas acima, a saber:
1. Um conceito errado de pecado - Por não saberem o que é pecado, muitos não tratam o pecado como pecado.  Muitos classificam os pecados em duas categorias: OS INACEITÁVEIS E OS TOLERÁVEIS (sobre o pecado leia ou releia as pastorais anteriores); 2. Um conceito errado de obediência/desobediência - Hoje temos um conceito relativo de obediência e desobediência. Às vezes, tais conceitos são influenciados por condicionamentos sociológicos ou por conveniências. Não se leva em consideração a santidade de Deus e nem a exigência incondicional de obediência que Ela faz. Na prática, Deus não é Deus; 3. Um conceito errado do que significa “viver pela fé” - Para muitos, “viver pela fé” (Gl 2:20) significa não ter nenhuma responsabilidade e não fazer nenhum esforço em relação à santidade.
            Sem dúvidas, a fé em Cristo é a raiz de toda a santidade, bem como, que a fé é dom de Deus, contudo, as Escrituras ensinam que, para seguir a santidade, o verdadeiro cristão precisa de esforço pessoal e trabalho, bem como de fé.
            Finalizando, SANTIDADE PESSOAL é uma questão de se estar disposto a chamar o pecado de pecado. É uma questão de se decidir obedecer a Deus em todas as áreas da vida, por mais insignificante que possa parecer o assunto (“importa obedecer a Deus” – At 4:19-20 e 5:29). É uma questão de se estar disposto a assumir responsabilidade pelo pecado pessoal, reconhecendo que “viver pela fé” é se esforçar para mortificar o velho homem a cada dia e, concomitantemente, revestir-se do novo. Que venha o verdadeiro avivamento!
Pr. Marcos Serjo
Pastor Sênior da IPB Central de Cuiabá-MT

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A RECOMPENSA DA SANTIDADE


“3 Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? 4 O que é limpo de mãos e puro de coração,  que não entrega a sua alma à falsidade,  nem jura dolosamente. 5 Este obterá do Senhor a bênção e a justiça do Deus da sua salvação” (Salmo 24: 3-5).

            Face à nossa convicção de que a Igreja, para cumprir eficazmente a sua missão, precisa experimentar um grande e genuíno avivamento, nas últimas seis pastorais publicadas em nosso boletim, tratamos da santidade pessoal, psicossomática e prática, como condição ‘sinequanon’, sem a qual, a Igreja não será diferente e não fará a tão desejada diferença.
            Aprendemos que a santidade é pessoal, mas não é exclusividade de uma pessoa, é proposta de Deus para todos os crentes. Vimos que ela exige o pagamento do alto preço de uma mudança radical, uma literal mudança de reino, incluindo o domínio sobre o corpo, alma, vontade, hábitos e pensamentos, que começa na mente e se torna conhecido pelas ações.
            Do ponto de vista teológico destacamos que a santificação é o processo e a santidade o resultado desse processo. “Através da santificação, o cristão se torna santo e adquire santidade”. Conforme expressa o teólogo reformado Louis Berkhof (1873-1957): “santificação é a graciosa e contínua operação do Espírito Santo mediante a qual ele purifica o pecador, renova toda a sua natureza segundo a imagem de Deus e o capacita a praticar boas obras”. E, como diz o professor e historiador da IPB, Rev. Dr. Alderi Matos: “a santificação naturalmente leva a uma vida de boas obras (os frutos da santificação). As boas obras dos crentes não são meritórias, embora Deus prometa recompensá-las com uma recompensa da livre graça”.
            Destacamos, também, que a santidade (o propósito da santificação) é gradual e envolve dois aspectos, sendo um positivo e outro negativo, a saber: o “despir do velho homem com os seus feitos” e, o “revestir do novo homem criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade”.
            O renomado teólogo contemporâneo J. I. Packer (1926 - Autor de vários livros e, entre os publicados em português estão: “A oração do Senhor”, “Havendo Deus falado”, “Religião vida mansa”, “A redescoberta da santidade” e “Nunca perca a esperança” – todos publicados pela nossa Editora Cultura Cristã) muito bem, sintetiza os seguintes princípios sobre a santidade: “1). A natureza da santidade é transformação através da consagração (Rm 12.1s); 2). O contexto da santidade é a justificação por meio da fé em Cristo; 3). A raiz da santidade é a crucificação e a ressurreição com Cristo; 4). O agente da santidade é o Espírito Santo que habita no crente (o poder de Deus); 5). A experiência da santidade exige esforço e conflito (o valor das provações); 6). A regra da santidade é a lei de Deus (obediência); 7). O coração da santidade é o espírito de amor”.
            A nossa Confissão de Fé (Westminster) com profundidade resume a teologia da santificação com as seguintes palavras: “I. Os que são eficazmente chamados e regenerados, tendo criado em si um novo coração e um novo espírito, são, além disso, santificados real e pessoalmente, pela virtude da morte e ressurreição de Cristo, pela sua palavra e pelo seu Espírito, que neles habita; o domínio do corpo do pecado é neles todo destruído, as suas várias concupiscências são mais e mais enfraquecidas e mortificadas, e eles são mais e mais vivificados e fortalecidos em todas as graças salvadoras, para a prática da verdadeira santidade, sem a qual ninguém verá a Deus. II. Esta santificação é no homem todo, porém imperfeita nesta vida; ainda persistem em todas as partes dele restos da corrupção, e daí nasce uma guerra contínua e irreconciliável - a carne lutando contra o espírito e o espírito contra a carne. III. Nesta guerra, embora prevaleçam por algum tempo as corrupções que ficam, contudo, pelo contínuo socorro da eficácia do santificador Espírito de Cristo, a parte regenerada do homem novo vence, e assim os santos crescem em graça, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus” (CAP. XIII).
            Diante de tudo que estudamos, a conclusão é que o único caminho, que verdadeiramente, agrada a Deus é o caminho da santidade. E, na realidade, a decisão, a responsabilidade e o privilégio de ser santo são nossos e, experimentar a plenitude de gozo e alegria que Cristo prometeu àqueles que vivem uma vida de obediência, é a nossa mais valiosa recompensa. “Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. Aquele que deste modo serve a Cristo é agradável a Deus e aprovado pelos homens” (Romanos 14:17-18).
            Finalmente, sobre a recompensa da santidade, concluímos com as palavras de Jesus: “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo” (João 15:10-11). Que venha o verdadeiro avivamento!
Pr. Marcos Serjo
Pastor Sênior da IPB Central de Cuiabá-MT

SEDE SANTOS, COMPLETAMENTE!


As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor meu!” (Salmo 19:14 - Leia Romanos 6:19; 2ª Coríntios 7:1 e 1ª Coríntios 9:1-27)

     
      Enfática e taxativamente a Bíblia diz: “Sede santos” e, explica: “porque Eu sou santo”. Não há dúvidas de que a Bíblia está falando de uma santidade psicossomática (uso esse termo conforme definição do Dicionário Aurélio: “Pertencente ou relativo, simultaneamente, aos domínios orgânico e psíquico”), ou seja, uma santidade que inclui o domínio sobre nosso corpo, alma, vontade, hábitos e pensamentos. Aliás, os nossos pensamentos são tão importantes para Deus, quanto as nossas ações e, portanto, são absolutamente conhecidos por Ele (Salmo 139:1-4).
            Como templo do Espírito Santo, devemos glorificar a Deus por completo, tudo que há em nós precisa estar sob o domínio do Espírito, por isso, a oração do salmista, precisa se transformar em nosso desejo e desafio diuturnamente, a saber: que “as palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor meu!”.
            É fato que os nossos apetites naturais foram criados por Deus e, na essência, não são pecaminosos, contudo, se os deixarmos sem o devido controle, rapidamente se transformarão em instrumentos de iniquidades e, como diz o apóstolo João em sua primeira epístola no capítulo 2: “16porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. 17 Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente”.
            Logo, fortalecido pela força do poder de Deus, devemos sempre buscar e ter o domínio sobre o nosso corpo, bem como, sobre as nossas demais faculdades. Susana Wesley escreveu: “o que quer que aumente a força e autoridade do nosso corpo sobre a mente, isso é pecado”.
            Temos visto ao longo das pastorais anteriores, que a santidade é pessoal e deve ser praticada, e, tem que ser fruto de uma atitude de diligente obediência em todas as áreas da vida. Nesse sentido, além de fugirmos da tentação e da aparência do mal, temos que dar passos positivos e efetivos rumo à santidade. Em provérbios 27:12 o sábio diz: “O prudente vê o mal e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena”.
            Como atitude positiva, também, as palavras de John Owen (Teólogo Reformado Inglês 1616-1683): “trabalhar para conhecer as ocasiões e êxitos do pecado é o princípio para combatê-lo” e “o alvo da tentação é desonrar a Deus e abater a alma”.
            Devemos sempre nos lembrar de que Deus está interessado em regular tanto a nossa conduta externa, como também, a nossa disposição interna. Nesse sentido, não somente matar alguém é pecado, como também, odiar um semelhante. Por isso, o mesmo Deus que ordena não matar, também ordena não odiar, nem os inimigos.
            É verdade quando se diz: “a santidade começa na mente e se expressa por meio de ações”, o mesmo acontece com o pecado, também, começa na mente e se torna conhecido pelas ações. Daí a recomendação de Paulo: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”; bem como, o seu contundente alerta: 3 Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos; 4 nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças. 5 Sabei, pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus. 6 Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência” (Efésios 5:3-6).
            À luz de tudo que já foi dito, fica claro que a santidade pessoal e prática é um desafio psicossomático, ou seja, devemos ser santos por completo. Devemos guardar a mente e as emoções, bem como, combater os hábitos de pecados que estão dentro de nós. “A batalha pela santidade tem que ser travada em duas frentes, interna e externa, somente assim, veremos progresso no sentido da santidade”.
            Finalizando, nunca é demais ressaltar que no caminho da santidade não há atalhos e o segredo do sucesso está nas palavras do salmista: “9 De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra. 10 De todo o coração te busquei; não me deixes fugir aos teus mandamentos. 11 Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti” (Salmo 119), bem como, nas recomendações do apóstolo Paulo: “Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus” (2ª Coríntios 7:1). Que venha o verdadeiro avivamento!
Pr. Marcos Serjo
Pastor Sênior da IPB Central de Cuiabá-MT

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A SANTIDADE SEMPRE É PRÁTICA



13 “Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis. 14 Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus”. (Leia Romanos 8: 12-17; 14:7-12 e Colossenses 3: 5-11).

            Indubitavelmente, a santidade sempre é prática! Deus chamou os crentes para serem diferentes e fazerem a diferença neste mundo indiferente. O crescimento na santidade pessoal, além de exigir mudanças radicais, também exige que tais mudanças sejam vivenciadas na prática. Santidade é “modus vivendi”, é cristianismo na prática!
            Como temos aprendido, por meio das pastorais anteriores, em Cristo os crentes estão mortos para o pecado e, portanto, não podem deixar o pecado reinar em seus corpos mortais. Quando Paulo diz “morto para o pecado”, ele quer dizer que os crentes morreram para o domínio do pecado, por isso determina: “não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal”. Fica subentendido que esta responsabilidade é do crente.
            Deus já providenciou o necessário para a santidade do crente e, deu-lhe concomitantemente, a responsabilidade de batalhar por ela. Por meio do poder do Espírito Santo, e de acordo com a nova natureza que Ele dá, o crente deve mortificar as obras más do corpo (Rm 8:13). Na essência, tal trabalho é, ao mesmo tempo, trabalho do Espírito Santo e trabalho do crente. O Novo Testamento não deixa qualquer dúvida de que a santidade (enquanto crentes) é de nossa responsabilidade. Deus já nos capacitou para isso, agora é conosco.
            A Bíblia não deixa dúvidas de que é responsabilidade direta do crente viver uma vida santa. "Mortificardes", "fazei pois morrer", "reduzindo à escravidão", "deixando o pecado e correndo com perseverança a carreira cristã", "sujeitando pois a Deus e resistindo ao diabo", "revesti-vos", "procurai que dele sejais achados imaculados", são expressões que inundam o Novo Testamento e reafirmam contundentemente a responsabilidade pessoal de cada crente no processo da santificação.
            "Mortificardes" ("fazei pois morrer" - "Mortificai"), significa, literalmente, "destruir a força, a vitalidade ou funcionamento de", "dominar ou amortecer". Mortificar as obras do corpo é, portanto, destruir a força e a vitalidade do pecado quando ele tenta reinar em nosso corpo mortal.
            Entretanto, nunca é demais repetir que a mortificação deve ser realizada pela força e sob a direção do Espírito Santo. Ele é que dá vida e força aos esforços dos crentes.
            Para vencer o pecado e experimentar a santidade pessoal na prática e, desta forma, ser diferente e fazer a diferença, todo crente precisa vivenciar quatro atitudes básicas indispensáveis, a saber: 1). Convicção - é necessário ter absoluta certeza de que a santificação é o grande propósito de Deus para os Seus servos, e que, sem a santificação ninguém poderá agradá-lo (Hebreus 12:14);  2). Entrega - (Lucas 14:33) - O caminho da santificação é uma questão de entrega. A pergunta básica para o crente é: "estou disposto a renunciar aquilo que me mantém afastado da santidade?". É neste ponto de entrega que muitos falham. “[...] educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente”(Tito2:12); 3). Determinação - Perseverar sempre–“Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2ª Timóteo 3:12). O caminho da santidade exige esforço, determinação, resignação. Os velhos desejos e hábitos pecaminosos não se desalojam facilmente. Para exterminá-los é preciso muita persistência e, quase sempre, esse caminho é muito doloroso; 4). Obediência - sem obediência irrestrita, ninguém poderá trilhar o cominho da santidade. O apóstolo Paulo assim escreveu aos Romanos: “mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregue” (Rm 6:17), e, aos Gálatas da seguinte forma: “vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade?” (Gl 5:7).
            Por outro lado, na luta contra o pecado existem situações difíceis e que deixam muitos crentes em dúvidas e, por vezes, muitos erram o alvo nesses momentos. Por isso, nesses delicados e difíceis momentos, antes de tomar qualquer decisão, o crente deveria fazer a si mesmo, dentre outras, pelo menos as seguintes perguntas: O que pretendo fazer (ou deixar de fazer): É ético? (é benéfico do ponto de vista espiritual, física, intelectual e socialmente?). O crente nunca pode se esquecer das recomendações do apóstolo Paulo, "todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm" (Rm 6:12); Vai me dominar? Até que ponto posso me envolver? Disse Paulo: "todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas"; Vai ferir outros? Até que ponto não serei causa de tropeço para o meu irmão? Mais uma vez ouçamos o apóstolo Paulo: “[...] por isso, se a comida serve de escândalo a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo” (Rm 8:13); e, Vai glorificar a Deus? A resposta à primeira pergunta do catecismo de Westminster diz que “o finalidade principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre”, daí todas as decisões do crente tem que visar a glória de Deus, conforme conclui Paulo: “portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (Rm 10:31).
            Finalizando, existe um princípio infalível, a ser usado nos momentos de dúvidas: "nunca fazer nada (hoje), que não pudesse ser feito na última hora da vida.” Que venha o verdadeiro avivamento!
Pr. Marcos Serjo
Pastor Sênior da IPB Central de Cuiabá-MT

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